Dezembro 11 2017 14:23:20
Navegação
P?gina Principal
PAFR
Documentos
Boletim Informativo
Not?cias
Projectos Finaciados
Concursos P?blicos
F?rum
Web Links
Organigrama
REQUISITOS
Contacto
Galeria de Fotos
Pesquisar
Arquivo de Not?cias
The Kroax
Photogallery
Entrar
Utilizador

Senha



Ainda não é Membro?
Clique aqui para se registar.

Se esqueceu a sua senha?
Solicite uma nova aqui.
Web Mail
FARE - Fundo de Apoio ? Reabilita??o da Economia - Notícias
Zamb?zia lidera lista de mais pobres
Em cinco anos, Zamb?zia, Sofala e Manica ficaram 20% mais pobres.

Zamb?zia, Sofala e Manica s?o as tr?s prov?ncias onde o alarme tem de soar. A pobreza ? crescente e, em cinco anos, ficaram 20% mais pobres. Mesmo que o alarme soe agora, este n?meros, inseridos no Inqu?rito ao Or?amento Familiar, mostram que vai ser quase imposs?vel cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Mil?nio.

No Inqu?rito ao Or?amento Familiar 2008/2009, a maior conclus?o que se tira ? que os pobres est?o mais pobres, sobretudo na zona centro, onde a pobreza aumentou em 14,2%, sendo que no sul aumentou em 8,2%.

Na prov?ncia da Zamb?zia ? onde a pobreza aumentou mais, com 26,2%, seguida de Sofala com 21,6% e Manica com 11,5%, todas com saldo negativo em rela??o ao inqu?rito de 2002/2003.

Tendo em conta estes n?meros, ser? dif?cil Mo?ambique atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Mil?nio.

No que diz respeito ? desnutri??o de crian?as com menos de cinco anos, a desnutri??o cr?nica reduziu 5,5%; a insufici?ncia de peso baixou 22,7% e a desnutri??o aguda reduziu em 20,5%.

Mais optimismo

A percep??o da situa??o econ?mica pelos agregados familiares, comparativamente ao ano anterior, mostra que 40%dos inquiridos consideram que a situa??o est? pior ou muito pior que no ano passado. Nas zonas rurais, houve uma maior dispers?o de respostas, embora a maioria ainda considere que a situa??o econ?mica n?o mudou em rela??o ao ano passado. A regi?o Norte considera que a economia est? um pouco melhor actualmente, enquanto o centro e o sul consideram que est? na mesma.

As respostas dos chefes dos agregados familiares mudam ? medida da sua profiss?o e, consequente, classe social. Assim, os chefes de agregados familiares que trabalham no Governo ou no sector p?blico consideram que a situa??o est? um pouco melhor agora, ao passo que a maioria dos chefes dos agregados familiares que trabalham no sector privado considera que a situa??o econ?mica n?o mudou desde o ano passado. Os chefes dos agregados familiares empregados nas ONG e outras associa??es dizem que est? um pouco melhor, enquanto os chefes de agregados familiares sem emprego consideram que a situa??o n?o mudou nada.

Em 2002/ 2003, 50% dos agregados familiares entrevistados opinou que a sua situa??o econ?mica no ?ltimo ano era pior ou muito pior, 21% considerou que era melhor ou muito melhor e 29% declarou que n?o se alterou.

? importante mencionar que existe uma congru?ncia bastante clara entre a percep??o das fam?lias sobre a sua situa??o econ?mica e a tend?ncia verificada nas receitas e despesas.

? medida que o n?vel de despesas aumenta, a opini?o passa de pior ou muito pior para melhor ou muito melhor. Dos agregados familiares mais pobres, 59% responderam que a sua situa??o era p?ssima e somente 14% acharam que era melhor ou muito melhor. Por seu lado, 41% dos agregados familiares mais ricos declararam que a sua situa??o econ?mica havia piorado ou era muito pior, enquanto 30% disseram que era melhor ou muito melhor. A diferen?a entre os dois dados indicava a percentagem dos agregados familiares que acharam que a situa??o n?o mudou.

Acesso ? ?gua

No que diz respeito ao tempo que os agregados familiares levam para chegar a uma fonte de ?gua, a situa??o ? bastante boa, j? que a esmagadora maioria demora menos de 30 minutos. Ainda assim, o acesso ? ?gua ainda ? muito melhor nas zonas urbanas do que nas rurais. A cidade de Maputo ? a que tem melhor acesso ? ?gua, e a prov?ncia de Cabo Delgado ? a que tem o pior.

Acesso ? sa?de

No que diz respeito ?s unidades sanit?rias, a situa??o piora. Ainda que maioria demore menos de 30 minutos para chegar a uma unidade, quase 30% dos inquiridos responderam que levavam mais de uma hora para chegar a um centro de sa?de. Assim, a prov?ncia de Cabo Delgado ? a que tem o mais r?pido acesso a uma unidade sanit?ria, enquanto os habitantes da prov?ncia da Zamb?zia demoram mais tempo. Comparativamente, o acesso ? ?gua ? muito melhor que o acesso ? sa?de.

Acesso ? educa??o

No que diz respeito ao tempo que os agregados familiares levam para chegar a uma escola prim?ria, a situa??o ? bastante boa, com quase 70% dos inquiridos a demorar menos de 30 minutos, mas ainda com cerca de 10% a levar mais de uma hora. Nas zonas urbanas, h? mais gente a demorar menos de 30 minutos para chegar ? escola do que nas zonas rurais. Enquanto nas cidades, s? 3,8% demora mais de uma hora a chegar ? sala de aulas, na ruralidade, j? 13,8% dos inquiridos disseram que levavam 60 minutos at? ? escola prim?ria. No acesso ? educa??o, os habitantes da cidade de Maputo ganham, enquanto os da Zamb?zia demoram mais tempo para ver o professor.

Acesso a um mercado

No acesso a um mercado, os residentes da cidade de Maputo tamb?m demoram menos tempo do que os das outras prov?ncias, com uma maioria quase absoluta de menos de 30 minutos. Em Tete, mais de 35% dos inquiridos responderam que levavam mais de uma hora.

Na verdade, o acesso aos mercado ? menos f?cil globalmente, sobretudo comparativamente ao acesso ? educa??o. Em termos totais de inquiridos pelo pa?s, 66,2% responderam que demoravam menos de 30 minutos para chegar a um mercado, mas, ainda assim, mais de 15% assumiram que levavam mais de uma hora. Nas zonas rurais, a situa??o piora, com 20% dos inquiridos a admitirem demorar mais do que 60 minutos.

Acesso ao transporte

A maioria dos inquiridos demora menos de 30 minutos para chegar a uma paragem de autocarro, no entanto, uma percentagem significativa (16,5%) respondeu que chegava a levar mais de uma hora.

Pol?cia e sa?de longe das fam?lias

A regi?o centro ? onde a situa??o ? pior, com mais de 25% dos inquiridos a demorarem 60 minutos at? a uma paragem de transporte. Na dicotomia entre ruralidade e zonas urbanas, as zonas rurais s?o sempre mais fr?geis, e 22,7% dos inquiridos admitiram que demoravam mais de uma hora at? a uma paragem de transporte, mostrando assim o isolamento de quem vive nas zonas rurais.

A cidade de Maputo ? a zona onde menos tempo se leva at? a uma paragem de transporte, e a prov?ncia de Tete ? onde se demora mais tempo, com 37,1% dos inquiridos a responderem que chegam a levar mais de 60 minutos.

Acesso a um posto policial

Da totalidade dos inquiridos, s? 46% responderam que est?o a menos de 30 minutos de um posto policial, e cerca de 25,7% - uma percentagem significativa ? diz estar a mais de uma hora.

Na zona rural, a maioria demora mais de uma hora, e mesmo na zona urbana, s? metade admite levar menos de 30 minutos.

A prov?ncia do Niassa ? a que demora menos tempo, com 68% dos inquiridos a dizerem que levam menos de 30 minutos at? um posto policial. Mas na Zamb?zia, a situa??o ? mais alarmante, com 45,8% a responderem que levam mais de uma hora at? chegarem ao posto.
Comentários
Nenhum comentário foi enviado.
Enviar Comentário
Faça login para enviar comentários.
Avaliações
Avaliações estão disponíveis apenas para membros.

Faça login ou registre-se para avaliar.

Nenhuma Avaliação enviada.
Ultimas Notícias
Mo?ambique resistiu bem ? crise financeira e econ?mica mundial [...]Grandes projectos s?o motores do desenvolvimento da economia [...]Cr?ditos para camponeses [...]Aumento das reservas obrigat?rias sem efeito no cliente [...]Zamb?zia lidera lista de mais pobres [...]BAD aprova 88 milh?es de d?lares para PARPA II [...]Relat?rio da 59? Sess?o do Comit? de avalia??o do FIDA [...]Lan?amento da V Ronda para propostas de Investimentos na ?rea de Microfinan?as [...]Parceria p?blico/privado na capital: 90 milh?es de d?lares para o desenvolvimento [...]At? 2012/ FARE planeia atingir 25 mil novos clientes [...]
Últimas Publicações
Newletter -Nbr 4, 12...
Newletter -Nbr 3, 30...
Newletter -Nbr 2, 12...
Newletter -Nbr 1, 12...
Últimos Documentos
PCRs-Relatorio 1... 5921
Agenda 2025 2477
Plano de Activid... 4
Translate This Site